Alma contida coração partido
Chama que não se apaga
Uma gota em meio ao vento, um corpo ao relento
Um brilho dentro de uma caixa preta
Um universo sem exatidão
Dor sem anestesia como é fria, como doi...me corroi é uma sangria
Fui levada pela morte, arrebatada pela insorte
Estou dopada de morfina essa dor é minha ruina
Quero voltar pro meu país sei que lá tenho raiz
e matar minha saudade de quem me ama de verdade
Todo amo faz doer, faz perder e querer morrer
Eu busco em todo amanhacer a resposta do meu viver
E quando chega o anoitecer eu pergunto: Será que agora vou acordar?
Chove lá fora e pinga aqui dentro
Troveja, Relampeia e não para de zunir
Não há lugar seguro
Acerta-me no peito, mas não faça tal feito, no entando ja aconteceu
E o sangue corre para o mar a minha terra já ficou manchada
Já é tarde, o corpo nú não fala nada
Suas mãos estão lavadas
E ela que entrou sem ser chamada
Carregara dois cachões, o peso da minha dor e a sua maldição
É o preço de quem luta contra a pessoa errada
Nesse jogo aprendi e malicia consegui
A inocência foi quebrada e amor é uma piada
Eterno...é o sofrimento e passageiro...o sentimento!

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